A visita (Faro) |
|
A campainha tocou. A porta abriu-se. Lá dentro, o corpo à espera, coberto só de renda preta. O olhar do visitante desceu e subiu. A calça apertou de imediato. Sem palavras, a cabeça foi puxada para baixo. A boca abriu-se, quente, e engoliu o pau até ao fundo. A língua rodou, chupou com fome, saliva a escorrer. Gemidos baixos encheram o espaço. Depois, virou e encostou à mesa. A renda puxada para o lado. O rabo ofereceu-se. O visitante cuspiu, encostou e enterrou fundo de uma vez. Meteu com força, cada investida mais funda, as mãos na cintura, a pele a bater. O ritmo acelerou até o corpo estremecer e o esperma sair quente, a encher o cu até transbordar. |
