Hotel e vinho (Lisboa ) |
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Miguel sentia cada estocada profunda, o corpo arqueado na posição de quatro, as mãos agarrando os lençóis encharcados de suor. “Caralho, que pau tão grande”, pensou ele, incrédulo, enquanto o colega o penetrava com ritmo implacável. Era só a terceira vez que levava no cu na vida, mas nada se comparava àquilo. O prazer era avassalador, ondas elétricas a subir-lhe pela espinha, fazendo-o gemer baixo no escuro do quarto. Não conseguia acreditar que era com Miguel, o colega de trabalho com corpo de ginásio – abdómen rasgado, braços grossos, pele bronzeada de quem treina todos os dias. Miguel, o tipo hétero do escritório, agora fodia-o como um animal, e João rendia-se por completo. Tudo começara horas antes, quando chegaram ao hotel depois do voo esgotante. O rececionista, com um sorriso forçado, explicou o engano: “Só temos este quarto com cama de casal. O hotel está esgotado por causa da conferência.” João e Miguel trocaram olhares e riram, meio nervosos. “Pelo menos é king size”, gracejou Miguel, dando uma palmada no ombro de João. “Vamos dividir como colegas. Só espero que não ronques.” João respondeu à brincadeira: “E tu prepara-te para a minha ereção matinal. Em boxers não dá para esconder.” Riram mais, mas uma tensão subtil pairava no ar, disfarçada de piada. Subiram ao quarto, desfizeram as malas e saíram para o jantar de negócios. O jantar foi regado a muito vinho tinto, garrafas esvaziadas enquanto falavam de metas e clientes. O álcool aqueceu-lhes o sangue, soltou-lhes as línguas. Miguel contava histórias engraçadas, os olhos a brilhar à luz fraca do restaurante. João reparava, pela primeira vez, no quanto o colega era atraente – alto, barba bem aparada, sorriso confiante. Regressaram ao hotel a cambalear ligeiramente, o ar fresco da noite a contrastar com o calor que lhes corria nas veias. No quarto, a luz fraca do candeeiro iluminava a cama enorme. “Hora de deitar”, murmurou Miguel, tirando a camisa e revelando o tronco musculado. João engoliu em seco, desviando o olhar enquanto se despia até ficar só de boxers. Miguel fez o mesmo, o volume do pau já semi-ereto visível no tecido fino. Deitaram-se, cada um no seu lado, costas viradas um para o outro. “Boa noite”, disse João, apagando a luz. O quarto ficou às escuras, só se ouvia a respiração dos dois. O calor da cama começou a infiltrar-se devagar. Os lençóis macios envolviam os corpos, o vinho ainda a pulsar nas artérias. João sentia o calor que irradiava de Miguel, a proximidade inevitável na cama grande mas não o suficiente. Passaram-se minutos, o silêncio pesado. Então, um movimento subtil: Miguel virou-se um pouco, o braço roçando “sem querer” nas costas de João. Ele não se afastou. Em vez disso, aproximou-se mais, o corpo quase colado. João sentiu o pau duro de Miguel pressionar-lhe a anca por cima do boxers. Miguel, desinibido pelo vinho, começou a masturbar-se devagar, o movimento ritmado roçando em João. João percebeu logo. O coração disparou-lhe. Em vez de se afastar, virou-se de frente, a mão a deslizar por baixo dos lençóis até encontrar o pau latejante de Miguel. Agarrou-o com firmeza, começou a bater-lhe devagar, sentindo o tamanho impressionante na palma. Miguel soltou um gemido rouco, não resistiu, deixou-se levar. A vergonha evaporou. João perdeu a postura por completo, o vinho a queimar-lhe o juízo. Desceu a cabeça, puxou o boxers de Miguel para baixo e engoliu-lhe o pau guloso, chupando com vontade, a língua a rodar na glande, a garganta a abrir-se para o receber mais fundo. Miguel grunhiu, as mãos nos cabelos de João, guiando-o sem forçar. Depois de uns minutos de mamada intensa, João ergueu a cabeça, ofegante. “Fode-me”, pediu, a voz rouca de tesão. Miguel não respondeu com palavras. Virou João de bruços, cuspiu na mão para lubrificar, esfregou o pau na racha e entrou devagar no início. João mordeu o travesseiro, a dor inicial a misturar-se rápido com prazer puro. Miguel acelerou, as mãos nos quadris, puxando-o para trás em cada estocada. Viraram para canzana, João de quatro, sentindo cada centímetro daquele pau enorme a invadi-lo. “Não acredito que é contigo”, pensou, o corpo a tremer. Miguel fodia como um animal, grunhindo baixo, o som de pele contra pele a encher o quarto, os gemidos abafados nos lençóis. O clímax veio explosivo: Miguel gozou dentro dele, jatos quentes e abundantes, o pau a pulsar enquanto enchia João por completo. João masturbou-se furiosamente, ejaculando nos lençóis, o corpo convulsionado de prazer. Colapsaram juntos, ofegantes, o suor a colar-lhes os corpos. No silêncio depois do orgasmo, só se ouvia a respiração pesada. Amanhã seria estranho no escritório, mas naquele momento só importava a tesão animal que os tinha consumido. Pode contactar este utilizador via email para: cineboy26@gmail.com |
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